Depressão: Uma nova abordagem à doença do milénio
Causas
A Depressão é uma doença do foro psicológico, cujos principais sinais que a identificam consistem no cansaço e fadiga profundos, tristeza, insónias consecutivas, pessimismo, incapacidade de concentração sucessiva e falta de interesse por quaisquer tipo de atividades que antes seriam de bem-estar. Esta doença é identificada por muitos especialistas da saúde como a doença do milénio, uma vez que afeta cada vez mais pessoas, um pouco por todo o mundo.

Na maioria dos casos, esta é uma doença associada a problemas pessoais, tais como o stresse provocado pelo trabalho, perdas de pessoas importantes ou até a exigência das rotinas diárias. Neste artigo, apresentamos uma abordagem diferente, associada aos princípios da Medicina Tradicional Chinesa, que defende outros factores para o surgimento de um estado emocional depressivo.

Na verdade, a Depressão pode ser causada por tensão, stresse, cefaleias, deficiências nutricionais e problemas de tiróide.
As estações influenciam também os estados emocionais, pelo que os meses mais frios, com dias mais escuros e curtos, são mais propícios a estados de tristeza. O sol favorece a produção de um hormônio do cérebro, que é responsável por combater este estado. Além disso, também a hereditariedade é outro dos fatores que contribuem para o surgimento desta doença que começa com um distúrbio na parte do cérebro que governa os humores.

Nota: Pesquisas mostram que 2 horas de sol pela manhã são bastante eficazes para diminuir a depressão.
A influência da energia e nutrição na Depressão
Especialistas que defendem os princípios da Medicina Chinesa acreditam que a Depressão, mais do que relacionada com situações ou problemas pessoais e exteriores, está associada ao nosso estado interior e ao próprio funcionamento do organismo.
Dr. Jorge Pérez-Calvo Soler, especialista em Nutrição Energética, defende que “quando a energia não flui e não nos nutre de forma adequada, podem produzir-se bloqueios emocionais e mentais com maior facilidade”, levando assim a um estado emocional desequilibrado.

O corpo é um condutor bioelétrico. Podemos desenvolver-nos porque a energia bioelétrica percorre o nosso organismo e a circulação correta desta energia permite que todas as funções orgânicas, mentais e corporais trabalhem de forma harmoniosa.
Para que o corpo consiga atingir esse tão desejado equilíbrio energético, é necessária uma nutrição adequada a esse fim. Os açúcares e outros produtos refinados, por exemplo, têm um efeito altamente acidificante sobre o sangue. Para suavizar essa acidez excessiva, o organismo tem de gastar muitos minerais que provêm da entrada do sangue, comprometendo o bom funcionamento de órgãos como o cérebro e os rins. 

De acordo com Jorge Pérez-Calvo Soler, o Ph sanguíneo (nível de acidez no sangue) deve manter-se alcalino, ligeiramente acima de 7.34, pelo que quando desce deste nível, o organismo tem de o combater, colocando assim em causa a matriz e tecidos do corpo, levando a um estado de fadiga, falta de energia e vitalidade.

No que diz respeito ao cérebro, o consumo de açúcares refinados também diminui os recursos mentais, diminuindo inclusive a capacidade de concentração. No caso da Depressão, o açúcar quando entra na corrente sanguínea provoca uma grande subida na glicose, que o corpo tenta colmatar segregando uma grande quantidade de insulina, produzindo algum tempo depois, a hipoglicemia, levando a um efeito ricochete. Isto é, a hiperglicemia provoca por alguns instantes um estado de euforia e otimismo, e algum tempo depois a hipoglicemia leva a um estado de ansiedade, inquietação e depressão. 
Prevenção e Tratamento
Para o tratamento desta doença, é essencial a prática alimentar de uma dieta que aumente o nível energético. No fundo, para que o corpo alcance o bem-estar e equilíbrio desejado, é necessária a ingestão de alimentos que levem à revitalização do corpo. Por exemplo, o consumo excessivo de açúcar, bebidas alcoólicas e farinhas refinadas, levam ao efeito exatamente oposto, pelo que são alimentos que devem ser eliminados da nossa dieta.

Para compensar a falta de açúcar que tantas vezes se manifesta, devemos optar pelos adoçantes naturais, especialmente os provenientes de cereais, tais como o Malte de Cevada e Xarope de Milho.
A fruta cozinhada também é doce, pelo que pode optar por estes alimentos, mas sem açúcares adicionados, como o caso do Puré de Maçã.

Nota: É importante referir que a Organização Mundial de Saúde recomenda que a ingestão de hidratos de carbono complexos atinja os 60%. Se não os absorvermos comendo cereais integrais em grão, flocos, massa, adoçantes e verduras, o nosso corpo irá exigir reforçar esta deficiência junto de açúcares refinados e adoçantes artificiais que levam ao estado que queremos evitar.  
Uma boa Alimentação e a prática regular de exercício físico ajudam à estabilidade mental, existindo por isso alimentos que beneficiam o bem-estar para quem sofre deste tipo de doenças:
Alimentos ricos em Vitaminas do Complexo B, como é o caso da Aveia, Quinoa, e Cevada, pelos seus componentes que são uma fonte rica em energia e vitalidade. 

No caso da Vitamina B6, esta é essencial para o bom funcionamento do cérebro e pode ser encontrada em alimentos como as Sementes de Linhaça Castanha e a Cevada, tanto em farinha como cereal.

A Vitamina B12 tem também um papel fundamental para o metabolismo do sistema nervoso e a sua carência provoca sérios danos ao nível cerebral. A vitamina B12 actua na metabolização das gorduras, hidratos de carbono, proteínas e protege o organismo das toxinas e alergénios. Está presente em alimentos como a Spirulina, a Levedura de Cerveja, Feijão Mung ou a Alga Kombu.

A Tirosina é um aminoácido que, além de ajudar a regenerar as células do sangue e as defesas do organismo, é também importante para combater a depressão, ansiedade e distúrbios do sono, uma vez que tem a capacidade de melhorar o estado de humor. Alimentos como os brócolos, beringela, beterraba e espinafres são ricos deste aminoácido, devendo por isso ser incluídos na alimentação diária. 
Também os Suplementos Alimentares desenvolvidos à base de plantas e produtos naturais podem ajudar no tratamento da Depressão e Ansiedade, sendo uma opção mais prática de ingerir.

A marca Forma+ disponibiliza dois produtos - o Valeriana e Passiflora e o Relax 24, desenvolvidos a partir de plantas que permitem ajudar na melhoria dos sintomas desta doença. Além disso, os complexos vitamínicos, tais como o Multivitaminas de A a Z, também são indicados nestes casos, uma vez que a deficiência de vitaminas e minerais essenciais, estão associadas ao desequilíbrio do organismo, o que pode originar a depressão.

A Lecitina de Soja é importante para o bom funcionamento do cérebro e a transmissão nervosa, embora não seja aconselhado para pessoas que sofram de doença bipolar. 

O Magnésio + enriquecido com vitaminas do complexo B, reduz o cansaço e a fadiga, e contribui para o normal funcionamento do sistema nervoso.
Os Fitonutrientes são as substâncias presentes nas plantas que permitem ajudar na prevenção de diversas doenças. Como tal, existem Chás de Plantas com propriedades que permitem amenizar sintomas de ansiedade e depressão.

Chás e infusões de plantas como o Hipericão, Tília, Erva-Cidreira e Passiflora, tradicionalmente utilizadas na prevenção de estados de ansiedade, uma vez que possuem propriedades naturais calmantes.

A Gama de Chás Solúveis Funcionais Nutrir da Forma+ (de preparação instantânea em água quente ou fria), dispõe também de duas opções ideais para quem sofre deste estado emocional: O Forma+ Nutrir Energia, à base de guaraná, ginseng e erva-mate e com Vitaminas B6, B12, C e Magnésio, permite combater a fadiga e o cansaço. Já o Forma+ Nutrir Sono, à base de tília, laranjeira e cidreira e com melatonina, ajuda a estabelecer o sono e combater as insónias. 
 

Artigo Desenvolvido pelo Gabinete de Aconselhamento Nutricional da Ignoramus
Publicado a 10 de Outubro de 2016

Este artigo é da total responsabilidade da Ignoramus. A informação disponibilizada é imparcial e pretende estar de acordo com a evidência científica mais recente. A informação presente não substitui a consulta e/ou aconselhamento por um profissional de saúde.


Fontes:
Jorge Pérez-Calvo Soller, “Nutrição Energética e Saúde, um guia para uma alimentação equilibrada”. Plátano Editora, 2003.
Saúde Mental em Números 2015 [Internet]. Direção Geral de Saúde. [Acedido em 2016 Outubro].
file:///C:/Users/PC21511252/Downloads/i022440%20(1).pdf 
Saúde Mental, o que é? [Internet]. Associação de Apoio aos Doentes Depressivos e Bipolares. [Acedido em 2016 Outubro].
http://www.adeb.pt/pages/saude-mental 
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